Documentário do font “Helvetica”


Achei muito interessante esse documentário “Helvetica” do director Gary Hustwit. Conta a historia de 50 anos do font mais usado no campo dos logotipos e design gráfico.


Esee documentário é interessante pra todos, não somente para um publico de técnicos e designer,  porque fala de um signo que cada dia todos encontram na própria frente, a maioria sem perceber, e consegue  seduzir com a mensagem que veicula. Esse é um vídeo  para compreender a historia e o valor cultural, estético, o porque do sucesso do font “Helvetica” na globalização na nossa cultura visual.

O documentário Helvetica é também uma introdução dos maiores estudos gráficos ou tipógrafos do mundo: Erik Spiekermann, Matthew Carter, Massimo Vignelli, Wim Crouwel, Hermann Zapf, Neville Brody, etc.

Michael Bierut explica a filosofia do font Helvetica (racional, moderno) e a revolução visual que esse font fiz depois a secunda guerra mundial; se aprende o trabalho com ordem milimétrico de Wim Crouwel (usando tabelas onde colocar fonts); se aprende que é Matthew Carter o inventor de Verdana ou Georgia para a Microsoft e ele explica que tudo o projeto de um font inicia da letra H; no documentário se compreende a imagem de responsabilidade, transparência, limpeza, que a font Helvetica tem. Muitas sugestões visuais encontramos no caminho de esse video.

No meio a tantas elogios para este font, me chamo atenção ouvir quem tem criticas. “Helvetica usado também para propagandas guerras…”, diz algem.  Erik Spiekermann diz que Helvetica agora é demais comum, mas também não tem um font a propuser em substituição das funções de claridade de Helvetica. “Helvetica não tem ritmo”, diz Erik, “Não tem individualismo, parece mais um exercito de fonts, no típico estilo da Swissa” (Erik è alemão…). Não concordo sobre essa afirmação que Helvetica não tem ritmo, mas a sensibilidade de Erick Spiekermann para a comunicação grafica é incantadora ja em poucos segundos de entrevista.

Para finalizar, me parece um documentário Apple-oriented (feito em maioria com depoimentos de pessoas que usam computador Mac, que tem Helvetica instalado em default). Agora seria interessante escurar  jovens gráficos que trabalham com o sistema Windows (com Arial, Verdana, Georgia, …) e ver os pontos comuns e diferentes sobre o assunto dos logotipos.

“This must be the place” – bel film ma…


Adoro i film di Sorrentino. Mi è piaciuto anche “This must be the place”.
Il personaggio di S.Penn è indimenticabile e singolarisso, la musica per tutto il film è bella e azzeccata.
Grande fotografia con molti movimenti di macchina, dolly, carrelli, piani sequenza. Se qualcuno critica a Scorsese di muovere la macchina a volte un pò a sproposito, piu per un estetica del movimento, che per una funzione narrativa, forse questa critica può essere applicata anche a Sorrentino.
Personalmente lo noto ma non mi dispiace questo aspetto dei movimenti di macchina, se da un lato mi fa sentire più a mio agio nell’ambiente della storia, dall’altro uno stile più asciutto é apprezzabile per mette a nudo creatività o pochezza di una sceneggiatura.

Qual’è il pelo nell’uovo di questo film, per me?
Sto trovando ripetitivo nei film di Sorrentino le caratteristiche del tipo di personaggio, che è sempre protagonista assoluto della storia.
Il protagonista dell’indimenticabile “Le conseguenze dell’amore”, di “il Divo” e di questo ultimo film, si assomigliano per molti aspetti. Sono tutti estremamamente intelligenti, ma fuori dalla società comune, hanno pesanti fardelli interiori, sono estremamente chiusi e refrattari alla banalità. Sono assolutamente fuori dagli schemi, con la quasi impossibilità di mutare il proprio stato. Bei personaggi. Ma dopo “This must be the place” ho iniziato a intravedere la ripetizione creativa nel regista partenopeo. E ripetizione, a meno che non si faccia parte del movimento Pop Art, non va totalmente d’accordo con creare nuove opere d’arte, a mio modesto avviso.
Il film merita la visione e forse anche la revisione in lingua originale, per carpire al meglio la prova recitativa di Sean Penn. Nel DVD, interessante l’intervista al regista partenopeo. Consiglio.

Historias eficazes para marcas inesquecíveis


O problema mais comum que eu vejo em pequenas empresas é a incapacidade de descrever o que eles fazem com linguagem simples. Esta é uma daquelas coisas que parece muito fácil, mas não é.

O segundo problema é de transformar essa descrição para a vida comum, com histórias.

Que tipo de historias contar? Qual o roteiro?
Falo mais disso no Blog Marketig & Valores >>

Cientistas e artistas no marketing


Nos EUA, um pai ficou indignado ao encontrar, na sua caixa de correio, cupons de desconto para roupas de bebê enviados por uma cadeia de varejo em nome de sua filha menor de idade. Acusou a loja de tentar induzir a garota a ser mãe precocemente. Mas, após confrontar a adolescente, descobriu que a filha já estava grávida. Só ele não sabia.

Os estatísticos da loja de departamentos Target não tiveram acesso a nenhum teste de gravidez. Apenas inferiram que aquela consumidora iria dar à luz cruzando informações de compras: a mudança no seu padrão de consumo era consistente com o de outras grávidas. Foram tão precisos quanto um exame de ultrassom.

Essa historia para destacar a importância do “meio-campo” das agencias de publicidade, o departamento de planejamento. Como no football, eu acredito que um time que tem o melhor meio campo ganha no longo prazo, assim no marketing e na publicidade, a agencia/empresa que tem um ótimo departamento de planejamento ganha.

Os artistas são muito importantes, com a criação eles fazem emocionar o publico, como o atacante quando faz um gol. Acho por isso o departamento de criação è  a área mais desejada nas agencias. Mas sem cientistas atras, sem departamento de planejamento, que faz pesquisa, analisa, interpreta e a final indica e antecipa como crescer, vamos pouco longe.

O Guru do marketing Seth Godin diz que marketing precisa do cientista e do artista, em igual mesura. Eu não concordo: acho que o marketing precisa um pouco mais de cientistas. A final “cientista” com visão constrói o jogo da equipe, o branding de uma marca, para uma fidelidade ao longo prazo dos clientes.

Storytelling e branding


Storytelling (contar historias)  é o caminho para absorver melhor uma informação de marketing.
Um brand precisa contar historias de valores, off line e on line. Especialmente nas redes social tem grande oportunidade de contar historias de brand.

Contar experiências, valores, com uma produção bem feita, tem uma chamada muito forte em consumidores com sempre menos tempo a presta atenção na publicidade convencional.
Aqui um exemplo da Canon. Para fazer publicidade da camera Canon EOS 7D não se fala muito do objeto, ma mais da historia de um fotografo. O narrador fala italiano, mas acho se pode entender a essência da historia sem saber o idioma.

 

Esse video depois acho mais lindo: 3 historias  de pessoas que gostam de desafios. Uma produção… uma historia, contada da Nikon. Uma fotografia ótima.

Hoje è dia mundial da água


Hoje, 22 março, desse 1993, a comunidade internacional commemora o dia mundial da agua, esse ano com tema “água e segurança alimentar”. E’ uma iniziativa da Onu com a coordenação da Fao, para falar de disperdicio o as necessidades futuras de água. Hoje o 11% da população mundial não tem acesso a água que se pode beber. Mais informações no site ufficial .